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jueves, 25 de julio de 2013
viernes, 12 de julio de 2013
lunes, 11 de junio de 2012
La "roja", non grazas!
Nos estamos en contra do fútbol negocio de marketing que só sirve pa distraer e vender, en contra de mercenarios que só xogan por cartos e non por cores, en contra de equipos aclamados e dirixidos por fachas, en contra de equipas que xogan representando un réxime o cal prohibe a participación de outras seleccións do estado en tan sequera amistosos... polo que esa selección coñecida nos mercados como "la roja" non nos representa, pois representa todo aquilo no que estamos en contra no deporte.
Pola contra seguimos reclamando o dereito de ter representación no mundo do fútbol da Selección Galega, a cal aínda que tenten marxinar e esconder, e a que nos representa a tod@s os galeg@s, feita do pobo para o pobo e non dende o negocio para o negocio.
Pola contra seguimos reclamando o dereito de ter representación no mundo do fútbol da Selección Galega, a cal aínda que tenten marxinar e esconder, e a que nos representa a tod@s os galeg@s, feita do pobo para o pobo e non dende o negocio para o negocio.
Ataque facista ao CS A Revolta, oned están agora os medios??
Desconhecidos atacárom esta madrugada o Centro Social A Revolta de
Vigo. Por volta das seis da madrugada escachárom o vidro da janela,
botárom gasolina ao interior e prendêrom-lhe lume. As lapas devorárom o
expositor de material, consumindo dezenas de livros, discos de música,
camisolas, bandeiras...
Um vizinho acordou com o ruído de umha explosom, possivelmente a janela ao ser escachada ou ao rebentar polo calor, e ao debruçar-se à janela percebeu o resplandor do incêndio e avisou aos bombeiros. Felizmente o lume nom se estendeu ao interior do local e foi extinguido a tempo.
Durante esta manhá os ativistas afanam-se na limpeza, pois o fumo, as cinzas e os produtos empregados polos bombeiros cobrírom de sujidade todo o centro social, do chao ao teito.
Represálias fascistas
Este ataque segue-se aos sofridos nos últimos meses por outros centros sociais do país, como o Mádia Leva de Lugo ou o Arredista de Compostela. Aliás, produze-se ao dia seguinte da açom de resistência galega contra o local do PP em Ribadúmia, polo que se especula com umha eventual vingança de espanholistas vinculados ao partido no poder. As operaçons policiais contra o independentismo, nas que além das detençons de militantes se regista publica e injustificadamente a Revolta, também contribuem a associar as açons da resistência galega com este centro social, colocando-o assim no ponto de mira de represálias fascistas.
Em qualquer caso, o CS A Revolta insiste em que "nom se sente intimidada" polos ataques, senom que "reforçam o seu compromisso de luita e a sua determinaçom para continuar com o seu trabalho social no bairro e na cidade".
O centro social continua com a sua atividade
As informaçons que nos estám a achegar os ativistas do CS A Revolta indicam que o local social estará pronto para abrir as suas portas na próxima terça-feira como vem sendo costume todas as semanas. Aliás, a programaçom de atividades nom se verá modificada e na quinta-feira dia 14 o local acolherá por volta das 20h00 umha palestra onde o coletivo "Siareir@s Galeg@s" apresentará a sua campanha "Canha contra Espanha" para reivindicar que a nossa seleçom é a galega. A campanha tomará força os dias que jogue Espanha na vindoura Eurocopa.
HABER CANDO VOTADESLLES OVOS E VIDES DE CARA!!
GALIZA CEIBE, SOCIALISTA E POPULAR!!
Um vizinho acordou com o ruído de umha explosom, possivelmente a janela ao ser escachada ou ao rebentar polo calor, e ao debruçar-se à janela percebeu o resplandor do incêndio e avisou aos bombeiros. Felizmente o lume nom se estendeu ao interior do local e foi extinguido a tempo.
Durante esta manhá os ativistas afanam-se na limpeza, pois o fumo, as cinzas e os produtos empregados polos bombeiros cobrírom de sujidade todo o centro social, do chao ao teito.
Represálias fascistas
Este ataque segue-se aos sofridos nos últimos meses por outros centros sociais do país, como o Mádia Leva de Lugo ou o Arredista de Compostela. Aliás, produze-se ao dia seguinte da açom de resistência galega contra o local do PP em Ribadúmia, polo que se especula com umha eventual vingança de espanholistas vinculados ao partido no poder. As operaçons policiais contra o independentismo, nas que além das detençons de militantes se regista publica e injustificadamente a Revolta, também contribuem a associar as açons da resistência galega com este centro social, colocando-o assim no ponto de mira de represálias fascistas.
Em qualquer caso, o CS A Revolta insiste em que "nom se sente intimidada" polos ataques, senom que "reforçam o seu compromisso de luita e a sua determinaçom para continuar com o seu trabalho social no bairro e na cidade".
O centro social continua com a sua atividade
As informaçons que nos estám a achegar os ativistas do CS A Revolta indicam que o local social estará pronto para abrir as suas portas na próxima terça-feira como vem sendo costume todas as semanas. Aliás, a programaçom de atividades nom se verá modificada e na quinta-feira dia 14 o local acolherá por volta das 20h00 umha palestra onde o coletivo "Siareir@s Galeg@s" apresentará a sua campanha "Canha contra Espanha" para reivindicar que a nossa seleçom é a galega. A campanha tomará força os dias que jogue Espanha na vindoura Eurocopa.
HABER CANDO VOTADESLLES OVOS E VIDES DE CARA!!
GALIZA CEIBE, SOCIALISTA E POPULAR!!
miércoles, 6 de junio de 2012
viernes, 3 de febrero de 2012
viernes, 30 de diciembre de 2011
miércoles, 21 de diciembre de 2011
lunes, 12 de diciembre de 2011
jueves, 1 de diciembre de 2011
COMUNICADO DO ORGANISMO POPULAR ANTI-REPRESIVO CEIVAR
Mais umha vez, Espanha lança os seus cans de presa contra galegas e galegos dignos. Sabemos como é o procedimento; o nosso povo leva séculos padecendo-o: homes armados e pagados polo Estado entram nas nossas casas para arrebatar-nos àquelas e àqueles que levam exactamente os mesmos séculos impedindo que a Galiza morra.
Hoje, ademais, todo um protocolo mediático e psicológico acompanha este tipo de operaçons: silêncios medidos, declaraçons pre-fabricadas, ameaças, condenas, presença policial...pretendem extender um clima de dessassosego e terror entre os círculos sociais e militantes daqueles que luitam. Os nossos companheiros detidos, as nossas comunicaçons intervidas, os nossos centros sociais assaltados, as nossas vidas ameaçadas....isso, exactamente isso, é o "estado de direito" espanhol. Umha maquinária desenhada e lubricada para romper a nossa tranquilidade e os nossos nervos, mas ante a que sabemos responder com serenidade, apoio mútuo, e as portas e os braços da nossa comunidade abertos de par em par.
Jessica Rodriguez, Eduardo Vigo e Teto Fialhega fôrom detidos hoje pola única organizaçom armada que leva aterrorizando o nosso povo desde hai geraçons: a Espanha dos militares golpistas, dos polícias torturadores, dos políticos ao serviço do Capital e dos oligarcas impunes. Os nossos dous companheiros e a nossa companheira, a quem o inimigo acusa de terroristas, som agora --no calabouço no que se encontrem, diante do mercenário que os custódia ou os interroga-- o exemplo mais vivo da dignidade galega umha e mil vezes submetida à violência dos poderosos. Nós, quem nos sentimos orgulhosas e orgulhosos das suas trajectórias humanas e militantes, concentramo-nos hoje aqui para expressar ao mesmo tempo a nossa raiva e a nossa solidariedade,e, ademais:
1. Para informar a sociedade galega de que, mais umha vez, os médios mentem. De que os galegos e a galega detidos hoje nom representavam nengum perigo para a nossa sociedade, de que, de facto, só "aterrorizavam" àquelas e àqueles que querem governar sobre ovelhas, que nom consentem que este país de "paletos" e "coitadinhos" se empenhe umha e mil vezes em ser um povo de pessoas dignas, livres e rebeldes.
2. Se de algo serve, para exigir a um Estado ao que a democracia e os direitos humanos lhe provocam alérgia, o trato digno e respeituoso que todo prisioneiro merece. Alertamos da aplicaçom de medidas excepcionais e da supressom das garantias mínimas para os detidos e para a detida, e recordamos as denúncias insistentes que Espanha leva recebendo anto trás ano por parte dos mais prestigiosos organismos internacionais de defesa dos direitos humanos.
3. Para erguermos mais umha vez o punho da dignidade, do orgulho e da luita, esse mesmo punho que Jessi, Teto e Eduardo tenhem agora mesmo algemado, mas que neles, em nós próprios e nos que virám, representa a vontade galega de existir, de luitar e de vencer.
ANTES MORT@S QUE ESCRAV@S!
JESSI, TETO, EDUARDO, LIBERDADE!!
VIVA GALIZA CEIVE! VIVA A RESISTÊNCIA NACIONAL!
Hoje, ademais, todo um protocolo mediático e psicológico acompanha este tipo de operaçons: silêncios medidos, declaraçons pre-fabricadas, ameaças, condenas, presença policial...pretendem extender um clima de dessassosego e terror entre os círculos sociais e militantes daqueles que luitam. Os nossos companheiros detidos, as nossas comunicaçons intervidas, os nossos centros sociais assaltados, as nossas vidas ameaçadas....isso, exactamente isso, é o "estado de direito" espanhol. Umha maquinária desenhada e lubricada para romper a nossa tranquilidade e os nossos nervos, mas ante a que sabemos responder com serenidade, apoio mútuo, e as portas e os braços da nossa comunidade abertos de par em par.
Jessica Rodriguez, Eduardo Vigo e Teto Fialhega fôrom detidos hoje pola única organizaçom armada que leva aterrorizando o nosso povo desde hai geraçons: a Espanha dos militares golpistas, dos polícias torturadores, dos políticos ao serviço do Capital e dos oligarcas impunes. Os nossos dous companheiros e a nossa companheira, a quem o inimigo acusa de terroristas, som agora --no calabouço no que se encontrem, diante do mercenário que os custódia ou os interroga-- o exemplo mais vivo da dignidade galega umha e mil vezes submetida à violência dos poderosos. Nós, quem nos sentimos orgulhosas e orgulhosos das suas trajectórias humanas e militantes, concentramo-nos hoje aqui para expressar ao mesmo tempo a nossa raiva e a nossa solidariedade,e, ademais:
1. Para informar a sociedade galega de que, mais umha vez, os médios mentem. De que os galegos e a galega detidos hoje nom representavam nengum perigo para a nossa sociedade, de que, de facto, só "aterrorizavam" àquelas e àqueles que querem governar sobre ovelhas, que nom consentem que este país de "paletos" e "coitadinhos" se empenhe umha e mil vezes em ser um povo de pessoas dignas, livres e rebeldes.
2. Se de algo serve, para exigir a um Estado ao que a democracia e os direitos humanos lhe provocam alérgia, o trato digno e respeituoso que todo prisioneiro merece. Alertamos da aplicaçom de medidas excepcionais e da supressom das garantias mínimas para os detidos e para a detida, e recordamos as denúncias insistentes que Espanha leva recebendo anto trás ano por parte dos mais prestigiosos organismos internacionais de defesa dos direitos humanos.
3. Para erguermos mais umha vez o punho da dignidade, do orgulho e da luita, esse mesmo punho que Jessi, Teto e Eduardo tenhem agora mesmo algemado, mas que neles, em nós próprios e nos que virám, representa a vontade galega de existir, de luitar e de vencer.
ANTES MORT@S QUE ESCRAV@S!
JESSI, TETO, EDUARDO, LIBERDADE!!
VIVA GALIZA CEIVE! VIVA A RESISTÊNCIA NACIONAL!
martes, 29 de noviembre de 2011
GALIZA vs RASD (República Árabe Saaraui Democrática)
Mais um ano chega Dezembro sem nengumha intençom por parte do Governo da Junta da Galiza nem da Federaçom Galega de Futebol de organizar o tradicional jogo da Selecçom Galega. Mais também, mais um ano o povo resposta a este gesto de indiferença cara o nosso desporto.Seremos nós, @s Siareir@s Galeg@s quem levemos a Galiza ao terreno de jogo, numha jornada de actividades que vai tomando continuidade ano após ano e que esperamos ...que se reforce com o apoio popular que a Irmandinha se merece.
A cita será o 23 de Dezembro em Cacheiras (concelho de Teu), coincidindo amais, com o XV aniversário de Siareir@s Galeg@s. Por isso depois de quinze anos de actividade sem trégua a prol das selecçons nacionais, queremos que esta jornada serva também para mostrar que o povo galego continua em luita e que seguiremos trabalhando na nossa linha os anos que faga falha. Queremos deixar claro que esta nom é umha data simbólica, se nom que é um dia de reivincaçom polos dereitos de Galiza a competir como país.
Como o ano passado, Galiza voltará a enfrentar-se a um povo irmão, neste caso à RASD (República Árabe Saaraui Democrática). Teremos entom, a parte da festa do futebol, umha oportunidade para conhecer o povo saaraui, a sua cultura e a luita que no dia-a-dia levam a cabo polos seus dereitos como naçom. Por isto, na organizaçom do evento contaremos com a colaboraçom de Solidariedade Galega co Pobo Saharahui.
Tendo em conta que por primeira vez o encontro leva-se a cabo fora dumha das cidades galegas, a organizaçom contará com um autocarro que realizará de forma continuada o trajecto desde Praça Galiza (Compostela) até Cacheiras e vice-versa, podendo assim prescindir do carro para desprazar-se.
Convocamos assim, mais um ano a assistir ao encontro da Irmandinha o 23 de Dezembro em Cacheiras e ao resto de actividades que levaremos a cabo.
ACTIVIDADES:
Durante a tarde, a partires das 16:00hh. haverá um aberto de bilharda da autêntica, luita galega, umha carpa DJ e um espaço Saaraui com diferentes actividades.
MANIFESTAÇOM:
As 19:00hh. sairá a manifestaçom nacional do campo de futebol de Cacheiras, baixo a legenda: “Siareir@s Galeg@s, XV anos luitando polas selecçons nacionais!”.
JOGO:
As 20:30 no campo de futebol de Cacheiras dará começo o jogo no que Galiza se enfrentará à RASD. A equipa galega estará conformada por jogadoras e jogadores de diferentes categorias baixo a direcçom de Pilar Neira. Nos vindeiros dias confirmaremos os nomes das jogadoras e jogadores convocad@s e que defenderám as nossas cores.
CONCERTO:
Para finalizar a jornada organizaremos um concerto no Campo da Festa de Cacheiras. Contaremos com a actuaçom 4 grupos: Invivo (Metal-Cru, Compostela), Contra as Cordas (Hardcore, Ourense), Bastards on Parade (Punk-folk, A Corunha) e Opció K-95 (Punk-Oi!, Barcelona – Països Catalans).
UMHA NAÇOM, UMHA SELECÇOM!
martes, 22 de noviembre de 2011
A Xunta dalle o cú os deportistas galegos
Ezequiel Mosquera acusa a la Xunta de darle la espalda
El corredor gallego ha manifestado que José Ramón Lete, secretario general para el Deporte de la Xunta, ha querido hundirlo tanto deportiva como mediáticamente.
Ezequiel Mosquera, ciclista del Vacansoleil, a quien la Federación Española ha impuesto una sanción de dos años por dopaje, ha acusado hoy al secretario general para el Deporte de la Xunta de Galicia, José Ramón Lete Lasa, de querer hundirlo tanto deportiva como mediáticamente.Mosquera se ha quejado en rueda de prensa de que, aparte de no recibir "apoyos políticos" que nunca pidió porque "no los consideraba necesarios", desde la máxima responsabilidad del deporte gallego "se pidió en Madrid mano dura" con su caso porque "dicen" que hizo "mucho daño a Galicia".
El ciclista de Teo ha argumentado que si "después de catorce meses" desde que se conoció su positivo por un hidroxietil, un enmascarador de EPO, la sociedad gallega no le ha "dado la espalda" "será por algo".
"Al final, el único que me ha dado la espalda ha sido él -ha afirmado en alusión a Lete-, y eso es la gota que colma el vaso de toda esta basura. De todas las patadas que me han dado, esa no me la esperaba", ha añadido el ciclista gallego.
Mosquera ha abundado en que "esa misma persona" ha pedido a los medios en Madrid que lo "matasen mediáticamente porque estaba quedando de víctima"; una actitud "vergonzosa" con la que, cree, "no se puede luchar contra el dopaje".
Antes de finalizar su comparecencia ante los medios de comunicación, que duró más de una hora y media, Ezequiel Mosquera se ha referido al apoyo que ha tenido Alberto Contador por parte del presidente del Gobierno en funciones, José Luis Rodríguez Zapatero, y de su sucesor en la Moncloa, Mariano Rajoy.
"Me habría gustado saber si con el mismo problema que ha tenido Alberto -Contador-, recibiría el mismo apoyo", ha subrayado.
El representante de Mosquera, Juan Campos, ha insinuado que la actitud del secretario general del Deporte de la Xunta se puede deber a motivos económicos, ya que la Fundación Ciclismo Galego todavía adeuda una cantidad "importante" a su cliente.
"Ezequiel y el Xacobeo Galicia están en juicio porque al corredor le adeudan una cantidad importante de dinero. No sé si este señor -Lete- busca algo por aquí, aunque es curioso que el máximo responsable del deporte gallego realice todas estas maniobras en Madrid", ha denunciado Campos.
Al igual que su representado, Campos, quien ha recordado que Lete Lasa tiene a su hermano en el Consejo Superior de Deportes, ha indicado que los responsables del deporte gallego "nunca dieron señales de vida, más bien todo lo contrario".
"Nunca han mostrado ninguna sensibilidad por este caso, ni pública ni privada", ha concluido.
El ciclista Ezequiel Mosquera, que dio positivo por 'hidroxietil' en la Vuelta 2010, en la que acabó segundo, durante la rueda de prensa hoy en el ayuntamiento coruñés de Teo, en la que ha defendido su inocencia ante la posibilidad de ser sancionado con dos años por el Comité de Competición de la Federación Española de Ciclismo. // EFE FONTE: FARO DE VIGO
domingo, 24 de julio de 2011
martes, 18 de enero de 2011
martes, 9 de noviembre de 2010
miércoles, 29 de septiembre de 2010
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